quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Karibu & François Muleka

E então o ano começou cheio de surpresas.
Bons ventos sopraram, mudanças aconteceram e ainda acontecerão.
Assim, algumas coisas voltam para seu devido lugar e outras apenas saem voando por aí.
Recentemente conheci o trabalho brilhantíssimo desses Músicos *(com "M" maiúsculo, pois eles produzem musica - Comentário adicionado após conversas com apreciadores de música e Músicos) que acompanham o conjunto Karibu & François Muleka.
Não pensei em momento algum fazer a Blog algo relacionado à critica, ainda que construtiva, mas um "Compartilhar" com vocês o que foi ouvir François Muleka (Voz & Violão), Trovão (Contrabaixo) e Max (Bateria), baterista convidado para ocasião.

" [...] Apresentações a parte, gostaria primeiramente de externizar o quanto o trabalho de vocês me cativou e também a todos para quem pude mostrar até então. Poder ter esse contato tão próximo com a arte de cada um de vocês, foi de grande valor. [...]
Durante a apresentação tentei, como amadora que sou, capturar algumas cenas. 
Estava mais ou menos na quarta fileira, acredito que do lado de uma grande amiga sua [...]
Não por conta da moça e sim por minha localização, iluminação e afins*, as fotos não ficaram de grande qualidade, mas gostaria de compartilhar ainda assim o que guardei também como lembrança.
Desde já te agradeço pela atenção, por compartilhar com todos nós e comigo sua arte, desejando juntamente grande sucesso e tudo de melhor que a vida possa oferecer! You shine like a Diamond!

Abraços,

Carol Fermino."

E aqui as fotos!














quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

In the begining.

Dear Blog, finally this year has end.
The year of the sepert and all the things that made my life get so difficult.
I'm not thinking too much about my next step. I have plans for this year that's begining and a kind of fear too.
In this long and hard last year, so many people who I care, stayed around me, and I'm really glad about that.
In this last year I got poor, got rich. In the middle of this last year I was living in three differents houses.
I got a really good job where I met a lot of people who, I believe, are a part of me now. Really good friends.
In this fucking hurt-heart year, I fell in love a thousand times and in the end, I just give up about fighting for the most beatiful love I ever had.
But is not for sure.
Maybe people we met already have another one. 
Maybe every single heart has been stole before I came. It's not matter at all.
This fucking  last year told me to be a little bit quiet, and do things in silence. Somehow it's not about hiding for someone, but did not wake up your predator.
My life in one year has been changing in so many ways and I can't even describe, but I'm living. I have no choice.
Sometimes so sad. Sometimes too much tired of selling things in my last job, faking a smile while I was really hurt inside.
Sad about falling in love without say it.
Psycology has gave me too many tools for understand the people and somehow, for helping friends and even  myself. 
For me, it's the best moment that I already had, but for this next year I only wish the best.
Now, I'm at home. Putting my books in order. I got to read like I never have before, but it's gonna be great.
I hope things work in this year. It's not about love, but I'll never be sure about this unhappy commentary if I never live. So it is.
Nothing but bullshit writing just to post some final message to my blog.
Sorry about the absent. I'll be better someday.
My plans for 2014, I let you see when they are already happen.
See you soon.
Happy new year for us. Big fighters. We survive.
Let's make the best year of our lifes. 

"Não há remédio para o amor
Então ele mata.
Mata de amar, de sofrer e chorar.
Mata mais de uma vez na vida,
Mata mais de uma vez em um dia.
Mata - me enquanto respiro, enquanto sonho, enquanto sinto.
Amar é viver morrendo.
Viver é morrer de amor a cada segundo."

c.f - 01/01/14

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Passagem.

corpo-lento sou ao vento,
no relento enquanto tento
desprender a alma corpo a dentro
que coitada, 
sofre há tanto tempo.

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A dor que me toca em Dó
É a mesma que tece o nó
Em Si para Sol
Em Mi para ti.

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O grito que há em mim
se cala quando trago
quando bebo
quando rezo
e quando você
chega.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Diário de uma Psicóloga Chapada

Primeira Página - - -
Numa idade um tanto vantajosa, nossa personagem se encontrava em suas primeiras e nem tanto aventuras dentro de um táxi.
Sim, com taxistas. Aqueles caras fenomenais quais cruzamos a vida, o tempo e a ética.
“De tantos taxistas que peguei quando entrei neste parece que senti o quanto valeria aquela corrida.
De início estava entre amigos cujos iriam à uma viagem e suas malas já se encontravam na portaria. Eu deixaria o local primeiramente e logo em seguida eles partiriam. Acontece que ao chegar o táxi, o porteiro associando a viagem ao táxi, já queria colocar as benditas malas no bagageiro e então como um bom porteiro que é, resolveu ligar para avisar. 
Quando minha amiga atendeu ao chamado, tratou de resolver o mal entendido e dizer ao porteiro que o táxi seria para mim. Então entrei no táxi e Ele que eu vou chamar de Joaquim, começou a me contar que o porteiro havia ficado interrogando a viagem, as clientes, como se quisesse “investigar” a vida alheia. Eis que Joaquim começa a me dar relatos sobre sua personalidade e sobre o fato de não querer e não dar uma de “bode expiatório” na vida dos outros. Não sei dizer exatamente, até porque estava chapada e assim permaneço novamente neste momento de escrita, como chegamos ao assunto qual, se tratava de quantas vezes o taxista escutava a vida, os dilemas e as mais diversas reclamações dos seus passageiros. Cuidadosamente, Joaquim tratava de ouvir a todos pacientemente, me contou que as vezes não sabia muito o que falar e as vezes tentava dar conselhos, mas sabia que eles não seriam exatamente o que elas precisavam. Muitas das vezes Joaquim não queria ouvir, Joaquim não queria saber. Disse-me que era neto e filho de taxistas e já estava no ramo há mais de 16 anos, logo, imagina-se por que ele não aguentava mais.
Lembrei-me então, das primeiras vezes que peguei táxi voltando (bêbada, ainda não fumava umzinho) contando pras amigas todos os “bafos” da noite. E o taxista ali, ouvindo tudo aquilo, e talvez, muito sem querer. No sentido não-desejável da palavra.
Logo, começamos a falar sobre a profissão que escolhi para mim, cujo em boa parte há essa intenção, conexão com o paciente.
Disse de antemão para o Joaquim que se pudesse, faria algumas consultas no táxi. Observaria como o taxista é psicologo e eu como psicologa tomando o rumo do carro. E de fato é isso o que fazemos. Os carros (são como as lanchas – rs) são como as pessoas em movimento e de alguma forma com a nossa ciência, nossas vivências e nossa então conjuntura, acabamos através do desejo do paciente, direcioná-los para ondem querem ir, mas não conseguem chegar sozinhos. *Uma breve analogia fora do cronograma.
Neste momento que conversávamos, tratei de ligar o gravador de voz do meu celular para que mesmo chapada não perdesse tais detalhes da conversa fascinante que havia se iniciado.
Foi quando Seu Joaquim começou a me contar um caso particular, qual é interessantíssimo e riquíssimo de detalhes. Eis que Joaquim começou a se dizer envolvido em tal caso e sobre todo o dilema (no sentido mais verídico da palavra) e sobre a ética devido a este caso que ele deveria ter para continuar e não por querer, mas por não poder sair de tal situação.
O celular continuou gravando, pois pensei em preservar a imagem dele, mas lembrar sobre o acontecido. A história foi ficando cada vez mais interessante e cada vez mais via como um taxista é tão psicologo quanto o próprio, tendo ele que manter toda a ética profissional que no caso dele era composta de uma moral social e profissional, acredito hipoteticamente em ser, de permanecer todo e qualquer assunto entre o taxita e o....(paciente) passageiro. – até me sumiu a palavra por muitos segundos (eternos da Cannabis).
"O que é dito no táxi, fica no táxi." - Disse ele para mim (e eu para vocês).
Senti-me obviamente tentada de repassar a história que me foi contada, acredito fielmente que se fosse criar e dirigir um curta, esse seria um dos mais interessantes.
Sim, eu sei que estou causando uma curiosidade absurda em vocês, mas como rege nossa profissão caros colegas, não posso abrir exceções.
Então pedi para o Joaquim passar no posto de gasolina para que eu pudesse comprar mais cigarros e me levar em casa depois.
Chegando aqui, Joaquim não quis me cobrar a corrida inteira, me dizendo que a conversa tinha sido muito boa. Eu tive aqui, neste exato momento, um pequeno in-sight que me fez lembrar da dívida com o paciente. Quando sempre tem que haver uma dívida, segundo a psicanálise, para que tenha sido satisfatório o atendimento (entre outras coisas).
Parece-me que fiz uma consulta com um taxista e ele que me guiou, como psicologo também "guia". 
Guiou-me até aqui, neste breve momento de criatividade e escrita; E também consultou, pois naquele momento, quem estava a desabafar era o Joaquim.
Para mim, foi mais que satisfatória o beck, a cerveja, a corrida e principalmente a ilustríssima presença do Seu Joaquim. Que um tempinho depois até me contou que era bisneto de uma senhora da Igreja com quem auxiliei o padre quando fiu coroinha. Sim, fui coroinha.
Mas então, esses são panos para as próximas mangas que convido vocês a descascar comigo.
Gostaria da opinião dos meu caríssimos companheiros de profissão, e claro, os que são colegas de outras primaveras a me contarem e comentarem o que acharam dessa história toda sobre taxistas, pessoas chapadas, ética profissional e todas mais que vocês recordarem, lembrarem, imaginarem.
Agradeço à atenção de vocês por serem meus amigos-psicólogos até aqui e aguardo a volta delas.”
E de tantas voltas que aquele táxi deu, tantas vezes que entrei em conflito comigo mesma, eis o lançamento dessa nova jornada, dessa nova personagem que agora faz parte desse pedaço meu chamado Meu Balé, pois a Vida é Como Uma Dança.
 a corrida de 33 e bolinhas saiu por 30 reais.


sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Mariana das Estrelas

Pensei em escrever do modo mais tradicional cujo, pra mim, trata-se de apresentar a personagem principal assim logo no começo, foi então que me surgiu o grande mestre Bukowski na lembrança e pensei "foda-se essa porra, vou escrever do meu jeito" e eis, (não "ex") que comecei essa bodega.
Lembro-me de um começo em meio às águas claras e um verão generosamente quente e suave como uma lembrança.
Um corpo esbelto  a se banhar que chamaria atenção de qualquer um. Ou uma. Confesso que quando namorou um menino tão pouco merecedor da sua atenção (ao meu ver, é claro), me causava um tantinho de ciúme, como se de alguma forma, eu ali, pequena e insuficiente, pudesse ser o algo que ela merecia mais.
Mariana das Estrelas é o nome dela.
Integrante de uma das famílias mais tradicionais da região, tal do sobrenome por muito pouco não se juntou ao meu. Falha no sistema, mais conhecida como "Maria", minha mãe que colocou o nome dela ao invés do bendito sobrenome.
O que de fato importa é Mariana.
Mariana dona da genética mais perfeita que já pude encontrar. Mariana quase Maria. Mariana forte, guerreira, linda e manhosa. Mariana-minha.
Do beijo doce e delicado, do corpo quente emacio, do jeito meigo e carinhoso, ela me chamou e eu vim.
Me enrolei nos cabelos sedosos dela, me extasiei no seu perfume, me afoguei nos seus lábios.
Estonteada da cama dela em saí, como se num pulo de gato em pudesse recuperar o tempo perdido, que por mais que verdade foi o tempo felizmente achado.
Quando saímos, para eu enfim retornar, avistei o céu mais lindo dos últimos meses. Mais precisamente, desde Março.
Comentei com ela. Ela sorrio e disse "Sou eu." e eu sem hesitar pensei "Sim. É ela." e ficou_ Mariana das Estrelas. E um conto só pra você.
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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

a letter to you_

Hi love,
I could say that It's been a century since I left your home.
Bad ghosts walks by my side.
I miss you every single day, never different.
I never stopped thinking about you.
I guess that you have contaminated every particle from the universe with your fingers. I just can't look around without thinking that you're there and somehow here with me. I'm glad about that. Makes me breath relieved just imagining that you're near.
I'm always searching for you, everywhere, and then I found you in the little things that makes me happy in the day. The cold wind that messes my hair and makes me freeze, the time to wash the dishes, when I walk trough the sunset, in the morning, at night when the stars can shine more than ever. They shine for you and I'm here watching their softly show.
I felt in your deep ocean, love. There's no turning back.
I'm just there waiting to be caught for you by the hand.
I hope see u soon too.
Say when.
Thank you for the musics, they are really beautiful, just like our love.
Even the time kills me for being far from you, you keep me alive. Really alive.
I'll love you until the end of times.

Yours,

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Valioso

só vale entrar na chuva, se for pra se molhar
só vale gostar de alguém, se for pra se declarar
mesmo que em silencio, quando só se quer olhar
então eu digo que
só vale desenhar se for pintar
mesmo luz em sombra que é pra ilustrar
só vale a pena se esconder se for pra chorar
e só vale chorar 
se for por amor.
-
porque nesse chove e não molha
gosta e não gosta
desenha e não colore
esconde e não e não se mostra
muita coisa fica pra trás.
-
e o que fica para trás que não se segue 
e se não segue 
não tem porque existir.
porque se for pra existir:
tem que valer a pena,
tem que tocar a alma.
-
então,
me toque.